Jacto

Quando escutam essa pergunta muitos irão pensar “Eu as recolho na sala de espera, ordenho, medico, retorno elas ao pasto, free – stall ou compost, misturo a ração, distribuo no cocho, limpo a cama ou manejo o pasto, pelo menos duas vezes ao dia, durante 7 dias na semana, 30 dias no mês, 365 dias no ano. Além disso eu conserto bomba que estragou, a caixa d’agua que vazou, o pneu do trator que furou, a maquina que enguiçou, a cerca que estourou”. A pergunta continua. Você já olhou para sua vaca hoje? “Mas o que é olhar para a vaca?”
Para entendermos melhor vamos fazer uma linha do tempo que vai desde o pré-parto até o período de lactação. Sendo assim, a primeira pergunta é: como funciona seu manejo de vacas no pré-parto? Como está o ambiente em que a vaca se encontra?

Pesquisas científicas mostram uma redução na produção de leite de até 5 litros em média, durante a lactação subsequente em vacas que sofreram estresse térmico no período pré-parto. É sabido também que uma semana antes do parto, há uma diminuição fisiológica da ingestão de matéria seca, e essa queda no consumo é ainda maior em uma vaca sob estresse térmico. Isso faz com que durante o período de transição, as vacas leiteiras apresentem alterações metabólicas associadas ao parto e inicio da lactação, que podem comprometer a função imune. Estas alterações incluem mobilização de gordura, devido ao balanço energético negativo, bem como intensificação das reações inflamatórias. Consequentemente, as vacas leiteiras em transição são altamente suscetíveis a doenças metabólicas e infecciosas que afetam diretamente sua produtividade e bem-estar. Por isso, estratégias de manejo que modulam a fisiologia e intensificam a imunocompetência de vacas leiteiras em transição são justificadas, otimizando a lucratividade nos sistemas de produção leiteira. Pensando no período de lactação é comum questionar “Minha vaca chega a 40kg/dia no pico de lactação, então não tenho problemas na transição?”. A resposta para essa pergunta é: Quem falou que ela é a vaca de 40kg no pico? Talvez ela seja a vaca de 45kg no pico e esses 5 kg são muito difíceis de serem visto pois ficaram acobertado com a “boa produção”. O fato é que essa conta pode ser real e para cada litro de aumento no pico de lactação há um aumento de 250 a 300kg a mais durante toda a lactação. Ter uma produção maior por vaca significa ter animais mais eficientes. Entretanto, segundo diversos pesquisadores essa maior produção por vaca está também associada com maior ocorrência de problemas de saúde nos animais, os quais podem trazer grandes prejuízos econômicos aos produtores. Apesar dos avanços na nutrição, manejo e alternativas para a saúde de vacas leiteiras, houve pouca diminuição das doenças mais incidentes (mastite, CCS, metrite, retenção de placenta, febre do leite, deslocamento de abomaso).

Lembre-se que os ancestrais da vaca tinham que produzir leite apenas para seu bezerro, hoje ela deve produzir leite para pagar as contas da fazenda e gerar lucro. Esse aumento de produção gerado pela seleção genética trouxe com ele a necessidade de aumentar os cuidados com a saúde, manejo e conforto desses animais.
Sendo assim, a empresa multinacional americana Phibro desenvolveu uma tecnologia chamada OmniGen-AF , um produto de marca patenteada, que se mostrou eficaz para auxiliar nas defesas naturais de vacas de leite. Em um trabalho com mais de 470 000 vacas que utilizaram o produto foi detectado redução em casos de mastite, retenção de placenta, metrite, aborto e mortalidade. Outro dado interessante mostra em pesquisas recentes, vacas suplementadas com OmniGen-AF tiveram melhor controle da temperatura corporal, sofreram menos com o estresse térmico e consequentemente tiveram maior consumo e maior produção de leite. Assim como tem trabalhos também mostrando redução da CCS. Coletivamente, estes resultados nos indicam que a suplementação com OmniGen-AF gera uma melhora na saúde de vacas e um melhor controle do estresse térmico, permitindo que as vacas sejam mais produtivas e lucrativas. No total são mais de 65 trabalhos publicados comprovando o efeito do produto.

A Bonetti AgroNutri, comercializa o OmniGen-AF no estado de SC, sudeste e oeste do PR e conta com uma equipe de 30 vendedores e 6 assistentes técnicos que estão comprometidos em assistir as propriedades, coletando dados do dia a dia e demonstrando os resultados através de gráficos e contas, confirmando ao produtor o retorno do investimento feito.

Confira em nosso site OmniGen-AF

Autor: Eraldo L. Drago Filho (Zootecnista com mestrado em zootecnia pela FMVZ – UNESP Campus de Botucatu)


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