Jacto

 

Por Rodrigo Capella*

 

Quando um agropecuarista precisa de um produto, seja um suplemento para gado, ou um fertilizante foliar, o que ele faz? Se tiver preferências, provavelmente irá recorrer a uma agrorevenda ou a um representante. Caso contrário, fará uma ampla pesquisa na Internet.

 

Esse comportamento dos produtores revela uma verdadeira mudança de hábito. Antes, era muito comum a decisão de compra ser tomada após conversas com especialistas do setor ou em reuniões de cooperativas com amigos produtores.

 

Diante deste cenário, as empresas de agronegócio atentam-se, cada vez mais, ao marketing de posicionamento, também denominado como presença de marca.

 

Este conceito apoia-se em dois pilares: lembrança imediata e aceitação. Se o produtor já ouviu falar, de alguma forma, do produto ou da empresa, maior será a confiança dele em relação à informação que encontrar nos ambientes digitais.

 

Neste sentido, as ações realizadas no YouTube, em blogs e no LinkedIn têm se destacado por ajudar, principalmente, os agropecuaristas a aumentar de forma objetiva a produtividade e elevar a rentabilidade.

 

A preferência por buscar informações no meio digital reflete o dinamismo das novas gerações de produtores, acostumadas a procurar e a obter, no menor tempo necessário, cases de sucesso, recomendações ou esclarecimentos variados.

 

Esta é, sem dúvida alguma, uma oportunidade única para as empresas de agronegócio. Além de focar em produtividade e rentabilidade, as iniciativas precisam agora ajudar o produtor a fazer contas com agilidade, contemplando a realidade dele.

 

Somente assim continuarão a ser impactantes. Aumenta-se, então, o desafio!

 

(*) Rodrigo Capella é diretor geral da Ação Estratégica, empresa com ampla experiência em ações de marketing e comunicação para o agronegócio. E-mail: capella@acaoestrategica.com.br




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