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Produção atingiu cerca de 308 mil toneladas, volume 19% menor em relação a estimativa inicial de 379 mil toneladasImprimir

De acordo com o boletim do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), com a melhora das condições climáticas na segunda quinzena de fevereiro, os trabalhos no campo se normalizaram, o que permitiu o término da colheita da primeira safra de feijão das águas. O Paraná cultivou uma área de 196 mil hectares na primeira safra 2017/18. A produção atingiu cerca de 308 mil toneladas, volume 19% menor em relação a estimativa inicial de 379 mil toneladas.

A cultura enfrentou diversos problemas e muitos são os motivos para essa redução, como a seca no início do plantio e baixas temperaturas em novembro. Porém, o que mais impactou negativamente foi o excesso de chuvas em janeiro deste ano. As chuvas causaram perdas físicas e também prejudicaram a qualidade do produto, o que resultou em preços mais baixos e prejuízos aos produtores.

“A comercialização está bastante lenta”, segundo o economista Methodio Groxko, do Deral. Até o dia 20 de fevereiro, os produtores haviam comercializado cerca de 54% das 308 mil toneladas produzidas da atual safra. Neste mesmo período no ano passado, o índice era de 62% da safra.

O mercado segue calmo e, apesar da redução de produção, os preços seguem estáveis. A média registrada durante o mês de fevereiro ficou em R$ 117 a saca de 60 quilos para o feijão preto e R$ 90 a saca para cores.




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