Jacto

O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luís Rangel, avalia que a exportação de vacinas, principalmente para a China, será uma alternativa de mercado para as indústrias brasileiras colocarem sua produção, quando o Brasil iniciar a retirada gradual da vacinação contra a aftosa, a partir de maio do próximo ano.

As indústrias produzem cerca de 300 milhões de doses anuais de vacinas contra a aftosa.

"É importante manter as fábricas desses produtos pujantes, porque elas fizeram altos investimentos para atingirem a qualidade e eficácia que têm atualmente", completou Rangel.

O secretário explicou que falta construir um protocolo de manipulação de vírus exóticos, não autorizados no Brasil, até o momento, pelo risco biológico que oferecem.

A proibição poderá acabar, pois a Comissão Sul-Americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa) aponta como necessária à formação de um banco de antígenos, estratégicos para utilização em caso de reintrodução da aftosa em qualquer um dos países da América do Sul.

A instalação do Banco Regional de Antígenos/Vacinas contra a Febre Aftosa (Banvaco), apoiada pelo Brasil, também poderá demandar parte da produção nacional.

Estimativas apontam que o estoque estratégico de antígenos (matéria prima da vacina) deve ser suficiente para produzir de 10 milhões a 15 milhões de doses, para atender eventuais emergências sanitárias (focos de doenças). Os Estados Unidos e o Canadá já demostraram interesse em participar da implantação do banco.




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