Jacto

Retorno do calor ao Rio Grande do Sul volta a preocupar sobre os insetos

O Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) informou que foram encontradas duas novas nuvens de gafanhotos da espécie Schistocerca cancellata. As duas estão no norte do país: uma perto do rio Bermejo, na fronteira entre Formosa e Chaco, e outra na cidade de Ingeniero Juárez. 

Através da denúncia de um produtor, o órgão conseguiu encontrar os novos focos de gafanhotos na quarta-feira (29). As duas nuvens estõa há cerca de 15 km uma da outra. "A praga está em uma área de altas montanhas que dificulta a visão e é de difícil acesso, devido às poucas estradas e à presença de rios e córregos. No final de semana, o possível aumento de temperatura e os ventos do norte poderiam arrastar a nuvem em direção ao Chaco com velocidade significativa ”, explicou Julio González, especialista em gafanhotos.

Na nuvem que está mais próxima da fronteira com o Rio Grande do Sul, em Entre Ríos, foram realizadas novas aplicações de inseticidas em áreas florestais, onde foram encontrados gafanhotos. A vigilância continua em toda a área onde as populações que merecem controle são detectadas e devem ser realizados novos procedimentos nos próximos dias. O objetivo é controlar os gafanhotos restantes para evitar que consigam concluir o ciclo e botar ovos, o que levaria a uma nova geração local da praga.

A fronteira gaúcha segue em alerta. Neste final de semana as temperaturas acima dos 25 graus retornam ao Estado, o que poderia favorecer o deslocamento. No entanto, autoridades acreditam que dificilmente os insetos chegarão ao Brasil.




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