Jacto

Especialista da Piccin Tecnologia Agrícola, explica quais são as principais ações a serem tomadas pelo produtor para não cair na cilada da "máquina parada"

Quando uma máquina para durante a operação, seja ela preparo de solo, plantio ou colheita é aquele transtorno para o produtor. Inicia-se assim uma corrida contra o tempo para colocar o equipamento em funcionamento novamente, afinal cada minuto perdido, é prejuízo certo no bolso. Contudo, todo esse estresse pode (e deve) ser evitado com um bom planejamento.

Estima-se que somente com a manutenção preditiva pode-se obter uma economia de até 50% no custo da produção. “ Além de atrasar todo o cronograma da safra que a cada ano tem janelas mais curtas, há ainda os gastos com as peças e o conserto”, diz o engenheiro agrônomo, Affonso Ribeiro e head de serviços ao cliente da Piccin Tecnologia Agrícola, de São Carlos-SP, empresa especialista no preparo do solo.

Ainda segundo o profissional alguns pontos importantes devem ser levados em conta. “A manutenção preventiva, ou seja, aquela antes de começar as operações na fazenda, é fundamental, pois além de evitar uma parada inesperada do equipamento no meio da operação, ela ajuda a conservar e aumentar a vida útil dele”, aponta Ribeiro.

Dicas infalíveis

O primeiro ponto a ser considerado é que para a utilização de todo o potencial de um equipamento como os da Piccin, por exemplo, se faz necessário a leitura do manual de instruções que o acompanha. "Nele, além das orientações de operação estão todas aquelas relativas à essa manutenção preventiva. Não é à toa que existe um manual nos produtos que adquirimos”, explica o engenheiro agrônomo.

Outra dica importante é criar uma check List, a qual sugere-se que o operador ou responsável pela manutenção tenha sempre em mãos. Nela devem estar definidos os pontos dos implementos a serem lubrificados, trocados ou reajustados com a periodicidade correta, dependendo da quantidade de horas que o equipamento é utilizado, assim como o local de trabalho e a maneira que a operação deve ser realizada.

 O especialista lembra também que diariamente, antes da utilização do equipamento, é de grande importância que o operador observe todos os pontos descritos na check list, sem exceção. “Qualquer ruído ou comportamento fora do habitual deve ser investigado e tratado com a devida importância a fim de evitar prejuízos e desgastes ainda maiores”, aponta Ribeiro.

Outro item fundamental é a capacitação da equipe, que deve estar apta e treinada. E ainda a disponibilidade de materiais para que eles façam uma boa manutenção. Ferramentas e dispositivos necessários devem estar sempre à mão para que a ação seja feita de maneira assertiva e com a qualidade necessária. A utilização de peças originais é também sinônimo para o sucesso, pois, oferecem uma vida útil maior, além de serem mais confiáveis.

Tudo anotado para ser lembrado!

Para não esquecer nada é sempre bom anotar. O registro das manutenções, com os defeitos observados, ajustes feitos, intervalo entre troca de fluídos, entre outros, facilita o trabalho preventivo além de valorizar o equipamento numa eventual revenda futura.

E por fim, mas não menos importante, o profissional da Piccin salienta que, após a utilização dos equipamentos se faz necessária uma limpeza completa do mesmo, reparo de componentes danificados e lubrificação de todas as partes móveis. Um local protegido e coberto é também uma maneira de aumentar a vida útil do maquinário, deixando-o disponível para próxima utilização.  “É sempre bom lembrar que a qualquer dúvida o produtor deve procurar contato com a equipe de profissionais da marca referente ao equipamento. Eles são especialistas e com certeza fornecerão a melhor orientação”, finaliza.

Piccin Tecnologia Agrícola - Fundada em 1963 na cidade de São Carlos, no interior Paulista, a empresa tem a experiência de 57 anos no mercado de implementos para o preparo de solo e tecnologias 4.0. Mais informações sobre os produtos em www.piccin.com.br.

 




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