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Com a presença de entidades de produtores e indústrias, o 11º Fórum Nacional do Milho, na Expodireto, debateu possibilidades para solucionar os problemas enfrentados especialmente pelas cadeias de aves e suínos do Rio Grande do Sul. O objetivo do encontro é coletar sugestões e promover políticas públicas e orientações ao setor produtivo para adequar a oferta de milho às demandas do setor de proteína animal. “Com o que debatemos aqui, vamos promover um novo encontro em Porto Alegre para finalizar o que levaremos para os governos”, afirmou o coordenador do evento, Odacir Klein.

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Francisco Turra defendeu a organização do setor pela lógica de mercado. “Não podemos pedir à ministra para barrar a exportação. Precisamos deixar o mercado andar”, defendeu Turra. Segundo ele, uma alternativa seria a comercialização pelo mercado futuro. Ao que o coordenador do Fórum afirmou que não há nenhum impedimento jurídico para que isso ocorra.

Garantias ao produtor como seguro de renda, mecanismos que facilitem a adoção de tecnologias, como a irrigação e o estímulo à secagem e armazenagem na propriedade são alguns dos temas destacados pelos palestrantes durante o evento. O presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal, Rogério Kerber, afirma que através da autossuficiência de milho, o segmento de aves e suínos terá mais competitividade frente a outros estados produtores garantindo renda e desenvolvimento para a economia gaúcha.




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