Jacto

A conservação de matas e campos nativos é a principal tática para aumentar a população de polinizadores, como abelhas, moscas e morcegos, mas estado apresenta alto déficit de áreas que deveriam estar preservadas

 

Ao mesmo tempo, a presença de vegetação nativa próxima às áreas cultivadas maximiza a polinização e melhora a produtividade e a manutenção da cultura agrícola.

Em artigo publicado na revista Environmental Science & Technology, pesquisadores mapearam, pela primeira vez, a importância dos polinizadores para uma agricultura sustentável nos municípios brasileiros.

O estudo envolveu vinte e um colaboradores do Programa SinBiose/CNPq (Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos) e contou com a participação das professoras Isabela Galarda Varassin e Marcia Cristina Mendes Marques, do Departamento de Botânica da UFPR. “Esse mapeamento associou as demandas de restauração, aliando um serviço ecossistêmico, que é a polinização, à conservação e restauração de áreas degradadas”, explica a professora Isabela.

A equipe analisou as principais culturas agrícolas brasileiras, identificando aquelas em que a polinização realizada por animais resulta em aumento da produção e retorno monetário. Outra análise é a da diferença entre a quantidade de vegetação natural existente e as áreas exigidas por lei em cada município, o chamado déficit de vegetação natural.

A partir da correlação entre essas duas métricas, foi possível elaborar um ranking de prioridades para restauração e conservação da vegetação natural, que tenham como foco a importância da polinização para cada localidade.

Veja matéria completa no site da revista Ciência UFPR https://ciencia.ufpr.br/portal/?p=20860

 




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