Jacto

Saiba como enfrentar o aumento do custo dos insumos

“Há um mês, mostramos aqui a possibilidade de o mercado de soja cair. De lá para cá, realmente nossas previsões se confirmaram”. A afirmação é da equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica, que recomenda as ações mais assertivas para enfrentar o momento de baixa.

A primeira sugestão dos especialistas é “não vender soja física futura, mas fixas hoje os preços direto na Bolsa de Chicago”. A vantagem desta operação, segundo eles, é que em caso de um revés climático – como a seca do último ciclo – não será necessário entregar mercadoria física e, ao contrário, terá lucros nas operações do mercado futuro. 

 

“Se você for cerealista e fizer isto vai ganhar muito dinheiro; se for cooperativa, dará ao seu cooperado um preço mais alto do que o normal de mercado. Se você não souber fazer estas operações, nós poderemos ajudá-lo”, diz a TF Agroeconômica.

Com relação ao aumento dos custos de produção, a recomendação é de “comprar agora todo o insumo que puder para a próxima safra, de preferência via barter”. Isso vai possibilitar, dizem os analistas, usar um “volume menor de sacas de soja do que se esperar para fazer isto no próximo ano, a partir de maio, quando os preços tenderão a cair mais com a entrada da safra brasileira”.

 

“O agricultor brasileiro, de um modo geral, fica muito brabo quando alguém fala sobre a possibilidade de o preço da soja ou do milho caírem. Como ele vê os preços dos insumos e os seus custos subindo todos os meses, pensa que o preço da soja tem que apenas subir, também. Infelizmente, o mercado não é assim. As coisas são como são, nem sempre como a gente quer. E nós, analistas, somos apenas o termômetro, não somos a causa de nada. Portanto, não quebrem o termômetro, ele é seu amigo. A maior lição que um agricultor pode aprender no mercado é que o preço pode cair e, consequentemente, ele tem que vender, antes que isto aconteça”, conclui a TF.




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