As máquinas da Secretaria Municipal de Interior de Francisco Beltrão seguem em plena atividade nas comunidades do interior do município. Ao todo, cerca de 80 comunidades rurais estão sendo atendidas, conforme o cronograma estabelecido pela pasta. Neste início de ano, a secretaria reforçou a frota de veículos com a aquisição de duas motoniveladoras, três rolos compactadores e um caminhão. As motoniveladoras foram adquiridas por meio do programa Paraná Mais Rural, do Governo do Estado, e têm contribuído significativamente para ampliar o suporte aos serviços de manutenção das estradas rurais.
De acordo com o secretário municipal de Interior, Janir Cella, atualmente o setor conta com três equipes de servidores destinadas aos trabalhos de cascalhamento, uma equipe responsável pelo patrolamento e outra voltada às ações de manutenção de pontes e bueiros.
Segundo ele, a chegada dos novos equipamentos tem otimizado o trabalho dos operadores de máquinas, que anteriormente enfrentavam dificuldades com veículos sucateados, sujeitos a constantes quebras e interrupções nos serviços. “Essas ações têm garantido melhores condições de tráfego nas estradas do interior, facilitando o escoamento da produção agrícola, como grãos, leite e demais produtos da agropecuária, além de proporcionar mais qualidade de vida às famílias que vivem no campo”, avalia Cella.
Um dos beneficiados é o piscicultor Diones Didomenico, que destacou a importância da manutenção das estradas próximas à sua propriedade. Sua família atua na criação de peixes há quase 30 anos e, somente no ano passado, comercializou cerca de 27 milhões de alevinos. Diariamente, aproximadamente 60 pessoas visitam o local, que fica na comunidade de Secção Progresso, para adquirir os alevinos.
Com a expectativa de ampliar a produção e dar continuidade à atividade, Diones afirma que o apoio da Secretaria de Interior é fundamental para incentivar a permanência da família no campo. “Em um ano, já é a segunda vez que as máquinas passam por aqui. O que a gente percebe é que as máquinas novas fazem a diferença. Antes, o trabalho precisava ser interrompido por causa de quebras constantes. Agora, o serviço rende mais. Acho que estão no caminho certo, e quem ganha é o produtor e quem vive no campo”, finaliza o piscicultor.
Assessoria