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25 de fevereiro de 2026 - 10:16h

A Folha Agrícola

Lagarta-do-cartucho pede atenção no início da safrinha de milho. Saiba como identificar e controlar o problema

Lagarta Spodoptera frugiperdaencontra condições ideais no começo do ciclo do milho e pode causar sérios prejuízos se não for controlada rapidamente

O início da safrinha de milho merece atenção especial do agricultor, pois é o momento de desafios fitossanitários importantes, como a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda). De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção do milho safrinha está estimada em 110,46 milhões de toneladas. Em um ano de aumento da área cultivada, como projeta a Conab, cresce o risco de prejuízos causados pela praga caso o monitoramento no campo e o controle não sejam feitos de forma adequada e no prazo certo. 

A Spodoptera costuma agir de forma silenciosa. Os primeiros sinais aparecem nas folhas mais novas, com raspagens, furos irregulares e acúmulo de resíduos no cartucho da planta. “Muitas vezes o produtor só percebe o problema quando a lagarta já está bem instalada na lavoura, o que dificulta o controle e aumenta o risco de perdas”, explica Bruno Vilarino, gerente estratégico de produtos da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada de ponta a ponta para grandes agricultores do Cerrado.  

Para evitar os prejuízos causados pela lagarta, cuidados de manejo fazem diferença. “Rotação de culturas, cobertura do solo e monitoramento da lavoura associados a um bom manejo, colaboram para o sucesso”, explica Vilarino.  

Para enfrentar a Spodoptera frugiperda, a ORÍGEO destaca a importância de soluções eficazes. O inseticida Propose, da UPL Brasil, registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), é uma das soluções recomendadas para o controle. Sua formulação reúne dois ingredientes ativos: Clorfenapir e Clorantraniliprole, que atuam por contato e ingestão.  

Propose deve ser utilizado como parte de um programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), com monitoramento da lavoura, aplicações no momento correto e respeito às janelas de uso. “O controle eficaz começa com a observação no campo. Quanto mais cedo a Spodoptera for identificada maiores são as possibilidades de proteger o potencial produtivo da lavoura”, finaliza Vilarino. 

Sobre a ORÍGEO  

Fundada em 2022, ORÍGEO é uma joint venture de Bunge e UPL e está comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão – antes e depois da porteira. A empresa fornece soluções de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes técnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Para mais informações, acesse origeo.com

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