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18 de março de 2026 - 15:11h

A Folha Agrícola

Helicoverpa desafia o campo e demanda por controle biológico cresce

Produção de baculovírus pela Life Biological Control avança 200% em 2026, superando o volume de todo o ano de 2025

A pressão da Helicoverpa sobre lavouras brasileiras tem colocado em xeque o modelo tradicional de controle. Com capacidade de migrar até 200 km e atacar mais de 100 culturas, a praga mantém o risco constante de reinfestação em um cenário em que os inseticidas químicos, com efeito limitado no tempo, já não entregam a mesma eficiência de antes.

Na prática, o produtor controla hoje e volta a enfrentar o problema poucos dias depois. Isso porque fatores como luz, chuva e temperatura aceleram a degradação dos produtos, reduzindo o período de proteção no campo.

Esse cenário tem acelerado a adoção do controle biológico, especialmente com o uso de baculovírus, que atua de forma contínua na lavoura. A tecnologia Destroyer, desenvolvida pela Life Biological Control, vem ganhando espaço por oferecer alta eficácia e efeito prolongado no manejo da praga.

“O químico resolve o que está presente no momento da aplicação, mas perde efeito rapidamente. Já o biológico continua atuando na área e protege contra novas infestações”, afirma Cristiane Tibola, Doutora em Entomologia pela ESALQ/USP e cientista com ampla experiência em pesquisa e desenvolvimento de soluções biológicas.

O avanço na adoção da tecnologia pelos produtores já reflete diretamente na produção. “A demanda cresceu de forma muito acelerada. Apenas entre janeiro e fevereiro de 2026, já produzimos mais de 200% de todo o volume registrado ao longo de 2025, acompanhando a forte adoção do biológico no campo”, revela Cristiane.

Segundo ela, o diferencial do baculovírus está no seu modo de ação. Após ser ingerido, ele se multiplica dentro da lagarta e, ao final do ciclo, libera bilhões de novas partículas infecciosas na planta, mantendo o controle ativo por semanas. “O produtor aplica uma vez e a tecnologia segue trabalhando na área, atingindo novas lagartas que chegam por migração”, destaca.

Além da eficácia prolongada, o controle biológico não gera resistência, por atuar como inimigo natural da praga. A tecnologia já apresenta 85% de eficácia comprovada em validações conduzidas pela Fundação Rio Verde.

Para maximizar os resultados, a recomendação é realizar a aplicação em lagartas jovens e no final da tarde, estratégia que potencializa o desempenho e amplia o período de controle na lavoura.

Sobre a Life Biological Control

Site: https://lifebiologicalcontrol.com.br/
Facebook: lifebiologicalcontrol
Instagram: lifebiologicalcontrol
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/life-biological-control/