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23 de abril de 2026 - 6:23h

A Folha Agrícola

Bicudo-do-algodoeiro segue como principal desafio do algodão no Brasil

Praga causa perdas significativas ao comprometer estruturas reprodutivas do algodão

Na cadeia do algodão, o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) segue como a principal ameaça à produtividade e qualidade da produção e exige atenção redobrada dos produtores ao longo de todo o ciclo, especialmente em períodos estratégicos da safra, quando o monitoramento precisa ser intensificado. Isso porque o inseto ataca diretamente as estruturas reprodutivas da planta, como os botões florais, comprometendo o desenvolvimento e reduzindo em cerca de 70% o potencial produtivo da lavoura.

“O bicudo tem impacto direto na formação da planta, pois atinge estruturas essenciais, como os botões e as maçãs”, explica Luiz Henrique Marcandalli, Head de Marketing da Rainbow. “Se não manejado de forma adequada, ele pode provocar queda dessas estruturas e reduzir significativamente o rendimento da cultura”.

Pequeno, com cerca de 3 a 6 milímetros e coloração marrom, o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) tem alto poder de destruição e grande capacidade de reprodução, o que dificulta seu controle.

Os primeiros sinais de infestação incluem botões florais perfurados, queda precoce dessas estruturas e flores com aspecto “rosetado”. Muitas vezes, os sintomas começam de forma discreta, mas evoluem rapidamente, especialmente quando as condições são favoráveis ao desenvolvimento da praga, reduzindo o tempo de reação do produtor e aumentando o risco de perdas.

Diante desse cenário, o monitoramento constante é essencial para o controle eficiente do bicudo. A inspeção frequente da lavoura, com atenção especial às estruturas reprodutivas, ajuda a identificar precocemente a presença da praga e tomar decisões no momento correto. Além disso, a destruição de restos culturais, a eliminação de plantas voluntárias e o uso de armadilhas na entressafra são importantes para reduzir a população do inseto entre safras. “O controle do bicudo não depende de uma única ação, mas sim de um conjunto de práticas bem executadas e no tempo certo”, destaca Marcandalli

O manejo integrado também envolve a rotação de mecanismos de ação e o uso criterioso de inseticidas. Nesse quesito, soluções com modos de ação diferenciados ganham destaque, principalmente em áreas com alta pressão da praga. É o caso de produtos à base de etiprole, como Ethrole, da Rainbow, que atua por contato e ingestão.

“Mais do que uma medida isolada, o controle do bicudo-do-algodoeiro depende de planejamento, monitoramento e integração de estratégias ao longo da safra, reforçando a importância de uma abordagem técnica e contínua para proteger o potencial do algodão”, conclui Marcandalli.

Sobre a Rainbow Agro

Nosso compromisso é impulsionar o crescimento. Assumimos a responsabilidade de aprimorar a produção agrícola, oferecendo soluções sustentáveis com altíssima qualidade. Promovemos o crescimento mútuo de nossa equipe de colaboradores, parceiros e agricultores em escala global, nos tornando hoje líderes em exportação de agroquímicos na China e uma das lideranças globais do segmento.

Nossa missão, há 25 anos, é entregar formulações que impulsionem a produtividade na colheita, mas também em todos os elos da cadeia de negócios.

São mais de 100 países, com mais de 8.600 registros globalmente, 360 patentes de formulações próprias e 300 ingredientes ativos, desenvolvidos por uma equipe dedicada de pesquisa em dois centros internacionais de P&D.

No Brasil, ampliamos nossa participação com uma equipe especializada, que prioriza o atendimento das necessidades específicas da nossa agricultura, para entregar excelência da fábrica até o campo.

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