O mercado de defensivos agrícolas destinados ao milho segunda safra avançou 13% na temporada 2025/26, impulsionado pelo aumento da adoção de tecnologias para o controle de pragas e doenças nas lavouras.
Entre os destaques está o avanço no uso de nematicidas. A adoção desses produtos alcançou 51% da área cultivada, ante 44% em 2025. Segundo levantamento da Kynetec, o segmento movimentou R$ 1,41 bilhão, alta de 8% em relação ao ano anterior.
Apesar do crescimento, a participação dos nematicidas no mercado total de defensivos para o cereal caiu de 9,5% para 9,1%. Dentro do mercado de produtos biológicos utilizados no milho de segunda safra, os nematicidas já representam cerca de 45%.
O aumento da utilização de soluções para o manejo fitossanitário acompanha a busca dos produtores por maior proteção do potencial produtivo, especialmente diante da pressão de pragas e doenças que podem comprometer o desempenho das lavouras.
Para o produtor, o cenário mostra que o manejo fitossanitário segue ganhando espaço dentro do planejamento da segunda safra. Ao mesmo tempo, a maior utilização de defensivos e produtos biológicos reforça a importância de avaliar o custo das aplicações e a necessidade de cada tecnologia de acordo com as condições de campo.
A expansão do mercado também evidencia o avanço das tecnologias biológicas no milho safrinha, que vêm ganhando espaço como parte das estratégias de manejo adotadas pelos agricultores.
A matéria-base foi verificada em publicação que reproduz os dados divulgados pela Globo Rural/Kynetec, incluindo os números de adoção e faturamento dos nematicidas.