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19 de junho de 2026 - 11:58h

A Folha Agrícola

Pós-colheita exige planejamento e cercamento eficiente para garantir produtividade na próxima safra

Com o fim da colheita da soja, produtores voltam a atenção para medidas que evitam perdas e preparam o campo para o próximo ciclo

Maio e junho marcam o encerramento da colheita da soja e o início de uma etapa estratégica no campo: o planejamento da próxima safra. Nesse período, práticas como a manutenção do solo, o cumprimento do vazio sanitário — obrigatório e com calendário definido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) — e a revisão das cercas ganham protagonismo para garantir produtividade, segurança e eficiência nas propriedades rurais.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil deve alcançar uma safra recorde de aproximadamente 358 milhões de toneladas. Para sustentar resultados nesse patamar, o cercamento precisa ser tratado como parte essencial da operação. Falhas como reparos fora dos padrões recomendados, ausência de manutenção preventiva ou a aposta em consertos de última hora podem gerar impactos diretos na rotina da fazenda, com risco de paradas operacionais em momentos críticos.

De acordo com o analista de mercado agro da Belgo Arames, Danilo Moreira, o pós-colheita oferece condições ideais para esse tipo de intervenção. “Neste momento, os talhões estão sem plantas, o que facilita o acesso e a avaliação da área. Com maior visibilidade, é possível analisar a topografia e definir com mais precisão o tipo e a quantidade de materiais necessários. Além disso, as máquinas e a mão de obra antes destinada à lavoura podem ser realocadas para outras atividades, como a manutenção de cercas.”, explica. 

Além da eficiência operacional, o cercamento tem papel importante na proteção da lavoura. A presença de animais silvestres, como o javaporco — híbrido entre porco doméstico e javali —, pode causar danos significativos ao cultivo. “A cerca funciona como uma barreira física, reduzindo o acesso e evitando prejuízos ao impedir que esses animais se alimentem ou circulem nas áreas produtivas”, destaca o especialista.

Para enfrentar esse tipo de desafio, a indústria tem investido em soluções específicas voltadas ao campo. É o caso da tela Belgo Javaporco, desenvolvida para proteção contra invasões de animais. Com malha mais fechada na parte inferior e espaçamento maior na superior, a tecnologia busca equilibrar resistência e eficiência, além de permitir instalação com maior distanciamento entre estacas, contribuindo para a redução de custos operacionais.

Outro diferencial está na durabilidade. A solução conta com tripla camada de galvanização, o que garante maior resistência às condições do campo e menor necessidade de manutenção ao longo do tempo — fatores que impactam diretamente na produtividade e na longevidade da estrutura de cercamento.

Sobre a Belgo Arames 

Com 50 anos de história, a Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com expertise e tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes. Com oito unidades pelo país, sua sede é em Contagem (MG).