O mercado brasileiro de soja registrou preços firmes, impulsionado pela valorização dos contratos negociados na Bolsa de Chicago e pela alta do dólar.
No mercado físico, as cotações encontraram sustentação, mas os negócios permaneceram limitados. Muitos produtores seguem adotando uma postura mais cautelosa, segurando parte da produção à espera de oportunidades melhores de comercialização.
Preços da soja em algumas praças
Os valores registrados no mercado físico foram:
- Passo Fundo (RS): R$ 145,00 por saca
- Santa Rosa (RS): R$ 146,00 por saca
- Cascavel (PR): R$ 142,00 por saca
- Rondonópolis (MT): R$ 138,00 por saca
- Dourados (MS): R$ 137,00 por saca
- Rio Verde (GO): R$ 138,00 por saca
- Paranaguá (PR): R$ 153,00 por saca
- Rio Grande (RS): R$ 153,00 por saca
Chicago e dólar dão suporte
Na Bolsa de Chicago, os contratos da soja fecharam em alta. Entre os fatores que contribuíram para o movimento estão a demanda chinesa pela soja dos Estados Unidos, as preocupações com as condições das lavouras norte-americanas e os primeiros dados divulgados pelo Crop Tour da Pro Farmer.
O câmbio também colaborou para a sustentação dos preços no Brasil. O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,43%, cotado a R$ 5,2217.
Com a combinação de Chicago positivo e dólar mais firme, o cenário trouxe suporte às cotações brasileiras, embora a comercialização siga ocorrendo de maneira cautelosa.
Fonte: Safras & Mercado/Canal Rural.